


Imprimi, desenhei e redesenhei mapas... linhas pretas que se cruzam em encontros absurdos sobre a superfície branca do homem T. Ruas de várias cidades diferentes que não levam a lugar nenhum, ruas que acabam em auto-estradas, em praças, em rios, em oceanos. Ruas de cidades de sonhos, de promessas feitas do caos das linhas que tracei.
Cobri todo o corpo do homem T com estes traços de um ‘não lugar’